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O lugar da mulher na TI

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Margaret Hamilton ao lado do código fonte do programa que levou o homem à Lua. As discussões de gênero e o feminismo tem levantado debates que questionam o status quo. O efeito vai desde a conscientização de algumas mentes até a hermetificação de outras. Será que a área de TI, que se gaba de seu espírito vanguardista, de constante atualização, tem se atualizado também nas questões de gênero? É possível que não. Na busca por culpados, em primeiro lugar vem a própria sociedade. Esta reforça estereótipos machistas, escondidos sob o manto da “naturalidade”. Afinal quem nunca ouviu: “a mente da mulher não é tão lógica quanto a do homem”? São construções sociais como estas que tem feito com que apenas 16% das pessoas que trabalham com TI se declarem do sexo feminino. Isso em um universo numérico em que as mulheres representam mais de 50% da população nacional. Qual o motivo? Apesar da história da computação ter eternizado o nome de várias mulheres brilhantes, TI se apresenta como...

Builder, pra quê te quero?

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Que os Padrões de Projeto (GoF) são uma mão na roda, todo mundo sabe. Mas que nunca olhou para este ou aquele padrão e perguntou “Quando é que eu vou precisar desta bomba”? Minha proposta é te ajudar a responder esta pergunta (ou não). Hoje vamos começar pela padrão Builder. Na DB1 Global Software, empresa em que trabalho, estamos participando de um jogo chamado “mestre dos códigos”. Entre as tarefas deste jogo está o uso de alguns padrões de projeto e também de teste unitários. Então em pensei: por que não usar os dois? Faço essa pequena introdução pensando nas pessoas poderiam perguntar: mas por que você não usa framework para mockar os objetos? Oras, porque eu queria usar builders! Story A proposta era criar um componente onde o cliente pudesse informar colunas, tabelas, condições, junções e etc. Ao final do processo, o componente teria de ser capaz de gerar SQL de acordo com as informações inseridas. Indo um pouco além, me propus que este componente pudesse gerar SQL pa...

Como ser um programador profissional? (ou como deixar de ser o sobrinho)

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Nós desenvolvedores odiamos os “sobrinhos” não apenas porque eles destroem o mercado, cobrando mais barato pelo trabalho. Mas porque, geralmente, eles arrumam emprego e daí somos obrigados a dar manutenção no código deles. O que nos leva a seguinte pergunta: Você odeia o sobrinho, mas será que você não programa como um? so·bri·nho (latim sobrinus, -a, -um, primo direito) substantivo masculino Indivíduo que cobra baratinho para fazer aquele programinha ou sitezinho. Martin Fowler, em mais de um dos seus aforismos geniais, disse: “Qualquer idiota pode escrever código que um computador entenda (…)” Fazer código, juntar blocos, fazer as coisas funcionarem é, de modo geral, fácil. Mas nenhum profissional escreve um programa apenas para funcionar. Isto é o mínimo que se espera dele. Um profissional escreve um programa para dar lucro. E não importa qual é o seu modelo de negócio, você sempre passará mais tempo fazendo a manutenção do software do que o escrevendo de fato. E o tem...